Adaptação de condomínios residenciais.


Adaptar de forma correta de acordo com as normas legais resulta em respeitar democraticamente os direitos dos moradores.

Há necessidade de um equilíbrio em um condomínio para que tudo funcione da maneira como deve ser, acolhendo e facilitando a moradia dos residentes.

Sejam pequenas alterações estéticas ou reformas para acessibilidade, o imóvel deve-se adaptar às necessidades de seus ocupantes ou da legislação vigente.

As áreas comuns devem representar não só a estética visual adotada pelo edifício, mas também considerar a opinião do ocupante, afinal a fachada e a área comum do edifício representa a face deste organismo.

Um ambiente acessível garante respeito ao direito de ir e vir e a prática da cidadania, condições adequadas para a prestação de um atendimento de qualidade e inclusão social.

Somente na cidade de São Paulo existem cerca de três milhões de pessoas com a mobilidade reduzida.

São cadeirantes, pessoas que precisam de outros equipamentos para se movimentar, como bengalas e andadores, idosos, mães com crianças de colo entre muitos outros.

Além disso, há também as pessoas que estão temporariamente com a mobilidade reduzida, por terem alguma fratura ou por conta de alguma cirurgia.

Ou seja, criar a possibilidade de todos se movimentarem não é somente uma questão legal, mas de cidadania.

Para que um condomínio seja considerado acessível, ele deve ter:

1. Calçada em frente ao imóvel adaptada;

2. O acesso principal de pedestre deve estar livre de degraus ou obstáculos. Deve ser garantido o acesso por meio de rampa ou elevador a partir desta entrada principal.

3. A portaria deverá garantir a comunicação correta entre o morador ou visitante com o porteiro, devendo ter o interfone na altura adequada e, quando pos